quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

A Prática do Amor

Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tenho amor, sou como o bronze que soa ou como o címbalo que tine.
E ainda que tenha o dom de profecia, e conheça todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tenha toda a fé, de tal forma que transportasse os montes, se não tenho amor, nada sou.
E ainda que distribuísse toda minha riqueza para o sustento dos pobres, e ainda que desse meu corpo para ser queimado, se não tenho amor, nada me valeria.
O amor é paciente, é bondoso, o amor não arde em ciúmes, não se orgulha, não é soberbo. Não se porta com indecência, não busca seus próprios interesses, não se irrita, não considera o mal.
Não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.
Tudo tolera, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor nunca falha.
Mas havendo profecias, serão anuladas; havendo línguas, cessarão; havendo conhecimento, desaparecerá.
Porque em parte conhecemos, e em parte profetizamos.
Mas quando vier o que é perfeito, o que é em parte será aniquilado.
Porque quando era menino, falava como menino, e pensava como menino, e sentia como menino, mas quando cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.
Porque agora vemos como a imagem obscura no espelho, em enigma, mas então o veremos face a face. Agora conheço, em parte, mas então conhecerei como sou conhecido.
Agora permanecem a , a esperança e o amor, estes três. Mas o maior destes é o amor.
( I Coríntios 13 )
F. Mantovanni

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